Cirurgia plástica bem sucedida

cirurgia-plástica-bem-sucedida-300x200 Antes de encarar o bisturi, você precisa passar com boas notas nos exames pedidos pelo médico e manter sob controle as doenças crônicas, como diabetes e hipertensão para ter sua cirurgia plástica bem sucedida.

Fumantes, por exemplo, demandam cuidados. “A nicotina prejudica a circulação de sangue nos tecidos, favorecendo a má cicatrização”, é preciso deixar de fumar pelo menos três meses antes e dois meses depois da cirurgia.”

6 regras para uma cirurgia plástica bem sucedida

1. Busque referências sobre o cirurgião

Além de indicações de suas amigas e de outros médicos, vá atrás de informações sobre a formação do cirurgião.

Ter o diploma em uma boa instituição é o começo de tudo. Outra medida importante é saber se o médico é especialista em cirurgia plástica.

A legislação brasileira permite que, depois de concluir o curso regular de seis anos, o médico realize qualquer procedimento. “Ou seja, um médico que se formou ontem e não tem nenhuma expertise em cirurgia está legalmente habilitado a fazê-la.

Por isso, cheque se o profissional tem registro na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), única entidade no Brasil que pode certificar médicos na área, atestando que cumpriram dois anos de residência em cirurgia geral e mais três na plástica.

2. Jamais opere com um médico que não é especialista

Imagina o seu sonho sendo transformado em um pesadelo porque o médico não tinha as devidas qualificações. Não deixei isso acontecer!

Para muitas pessoas, um procedimento estético ou reparador pode até parecer ser mais simples, mas pelo contrário, na verdade ele é mais complexo.

Não é à toa que o médico leva 11 anos para terminar sua formação.
No final deste período ele ainda faz uma avaliação para, só depois de aprovado, ser considerado um cirurgião plástico especialista.

3. Redobre a atenção com os remédios

Saber como os medicamentos de uso frequente interferem na cirurgia é fundamental. Aspirina, AAS e alguns anti-inflamatórios, por exemplo, alteram a coagulação do sangue.

Outra substância que entra na lista é a isotretinoína, substância derivada da vitamina A que é muito usada no tratamento da acne e pode mudar a síntese de colágeno na pele e, assim, atrapalhar a cicatrização.

Por fim, há os anticoncepcionais. “O problema das pílulas e da reposição hormonal é o aumento da possibilidade de trombose.

Mas calma, nem sempre é preciso suspender o uso porque existem medidas eficazes para prevenir o problema, como o uso de anticoagulantes, meias elásticas e massageadores para as pernas”.

Por isso, uma conversa sincera com seu médico é fundamental.

4. Pergunte todos os detalhes da operação ao médico

O lugar onde será feita a cirurgia também determina o nível de risco. Hospitais oferecem mais segurança do que clínicas. “É preciso ter, no mínimo, uma
mini UTI no local.

Quem pretende aumentar os seios também precisa se informar sobre a marca da prótese. “Pesquise o site do fabricante, verifique se é certificado pela Anvisa, veja se ele atua no mercado europeu ou americano, busque o histórico da empresa para checar se há bons antecedentes.

5. Não vá com muita sede ao pote

Já que vamos operar, que tal fazer uma transformação completa, certo? Errado! Para manter a paciente desacordada por um longo período, é preciso aumentar a quantidade da substância anestésica – o que, claro, eleva o risco.

O tempo de cirurgia também não deve exceder cinco horas de duração.

6. Respeite o pós-operatório

Seguir as orientações médicas depois da cirurgia é parte importante do processo.

As recomendações sobre:

  • Repouso;
  • atividade física;
  • exposição ao sol;
  • direção de veículos;
  • alimentação;
  • uso da medicação e de cintas cirúrgicas.

Também são critérios de segurança. Deixar de fazer o que o médico recomenda abre portas para o surgimento de infecções, manchas, aderências, fibroses e problemas de cicatrização.

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